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quinta-feira, janeiro 08, 2009

1/2 cinza eléctrico


Efeitos secundários:

  1. Olhos esbugalhados que se mantêm abertos à custa de um frio do caraças:
  2. 32 horas decorridas desde que dormi pela última vez!
  3. Dois choques frontais: 1 com o outdoor do Clonney (menos mal) e outro com um pica-bilhetes sentado em cima do muro em desiquilibrio gástrico (um género Alice in winederland);
  4. As ideias da secção de frescos e do arquivo morto aparecem a pares, mas falta-lhes sempre a ponta.
  5. Sou oficialmente incapaz de sorrir para alguém mas farto-me de rir comigo;
  6. Fui invadida por uma enorme ternura gratuita pelo Pedro Mexia ( à escala). Oscilo entre a vontade de lhe dar um abraço ou um serviço de jantar de 80 peças Vista Alegre, para atirar a quem lhe apetecer;
  7. Sou atacada pontualmente e de surra, por uma brigada de Bichos-Carpinteiros que estavam hibernados. Não consigo manter os braços esticados.
  8. uma média de 1 copo de água a cada 4 horas;
  9. Estou na dúvida se vivenciei uma alucinação: alguém me confidenciou que sou ex-namorada de um Gay. Ou para ser correcta de um BI. Não sei o que me chateia mais:Se ter ficado a saber. Se não ter percebido!Se não ter a certeza! Ao menos não sou a única. No entanto, ainda não estou em condições de teorizar sobre o assunto!

    Next Milestone:

    Dormir que nem uma pedra.

Better make it two!

domingo, setembro 28, 2008

Entre portas


Entre portas há silêncios. Entre portas há paz. Pela primeira vez em muito tempo, há neste espaço uma imensidão de sabores que se vão saboreando. Cada esquina, cada recanto, concede momentos que a pouco e pouco ajudam a construir um registo simpático, tranquilo, acolhedor.
Há na vida inúmeras razões para mudar. Inúmeras circunstâncias que nos moldam. Toneladas de experiências que em passos de segundos nos corrigem. Uma casa é um motor tão forte como qualquer amor, ou abraço desejado em desespero.
Hoje, essa casa é minha. Essa mudança é minha. A razão do meu silêncio.
Tem o meu cheiro a correr à mistura com as minhas vozes. A 3 a 4 ou a 6 decibéis de prazer. Está repleta de passados. Cheia de escolhas próprias que reflectem como espelho velho e amarelecido pelos milhares de olhares, aquilo que fui, aquilo que ambiciono ser e melhor ainda, aquilo que sou.
As ausências também têm um tecto aqui. Quando se fecha os olhos e entre cortados eles nos levam de volta a outras casas. Quando nos entre alma adentro as pernas por cima de tapetes que antes se pisaram. E ao rever vemos os livros que hoje se lê, as palavras desditas dos jornais de hoje. Os sorrisos ténues de certezas, esperança, de quem pensa noutras casas, noutros móveis, cheiros, pedaços de dia-a-dia espalhados.
É por isso que me escrevo. Para que daqui a muito tempo, também outros passos regressem aqui.

quinta-feira, abril 24, 2008

sexta-feira, março 28, 2008

Eu sei que disse que sim mas, lamento...não tenho tempo para sofrer!

quinta-feira, março 27, 2008

No one ever expects the Spanish Inquisition...

Conversa da minha filhota de 5 anos para evitar ter que ir para a cama, passada em frente do computador, enquanto me ria no MSN com um amigo.

- Mãe...com quem estás a falar?
- Com um amigo.
- E como se chama o amigo?
- Chama-se X.
- E quantos anos tem?
- Tem Y.
- E porque te ris tanto sozinha?
- Porque o meu amigo está a dizer umas patetices...
- Mas ele é tolo?
- Não. É Divertido.
- E ele não tem nada melhor para fazer?

....calei-me. Pensei um pouco e respondi.
- Não. Acho que não!
- AHHHHHH. Então é porque não presta...deve ser mesmo feio!

Ainda estou para descobrir de quem herdou esta criança as capacidades dedutivas e o seu lado pragmático!!!!

sexta-feira, março 21, 2008

A culpa é uma moça

" (...) fazia amor com ele com uma sinceridade que até então desconhecia. Chegava a premiá-lo com a desenvoltura aprendida no corpo de Dinis.
A um olhar masculino, pode ser que estas transposições pareçam insuportáveis da promiscuidade. É que os homens têm geralmente do acto sexual uma ideia estanque, factual, cheia de alíneas, como uma cerimónia de consagração. Ora as mulheres tendem a ver no exercício físico do amor uma das muitas encarnações possíveis da generosidade, que nelas faz as vezes da entrega. Isso habilita-as a distribuir as mesmas palavras de amor e os mesmos gestos a homens diferentes, sem escândalo íntimo nem confusão alguma; o vocabulário do amor é curto para a disponibilidade que as anima. É nas minúncias da pele que as diferenças e as vertigens se lhes cavam; na realidade, é até provável que sejam mais pródigas em juras e carinhos para com o menos amado. Porque a culpa é feminina (...)."


INÊS PEDROSA

quarta-feira, março 19, 2008

By the end of the day...




Custa sempre perder um amigo, seja na sequência das nossas acções ou de reacções a atitudes terceiras. Há qualquer coisa de inconsolável, no acto de vermos aquela pessoa virar as costas e seguir outro caminho que já não acompanharemos.


Quando um amigo morre subitamente e depois de ultrapassado o choque de aceitar os maus figados do destino, sentimo-nos acalentados na ideia de que enquanto ele partilhou o nosso quotidiano, aproveitamos ambos de todo o carinho, a responsabilidade, a alegria, a partilha que o facto de gostarmos um do outro encerra. Pode já não estar entre nós, mas fica sempre presente nas memórias que partilhamos entre outros amigos, nas fotografias, nas frases que passam em flashback com os sorrisos dele.


Perder alguém por desistência não tem nobreza, melancolia ou tempo que console. Desistir de alguém em prol do nosso bem estar, pode ser uma atitude sensata e adulta, mas não é um gesto que acalme o espírito. Mais do que a dor da opção tomada, o que mais marca é a raiva da desilusão. Quando genuinamente gostamos de alguém que guardavamos acima de qualquer mácula e essa pessoa se revela em atitudes tristes, desrespeitosas, cínicas e até cruéis, há uma parte de nós que secumbe de peito aberto ao golpe da espada. Porque não esperavamos, porque não se quer acreditar, porque nunca na vida seriamos assim enganados!

Procuramos justificações, discutimos para nós razões, negamos até á ultima que possa ser verdade, até que exaustos da espera da comprensão ou do esclarecimento apaziaguador, que tentamos encontrar a custo, nos vemos obrigados a aceitar.
É por isso que se perdoa tudo a um amor: a traição, o crime, os maus tratos, a solidão mas é tão dificil esquecer quando se joga fora uma amizade.

Pai


Hoje é dia do pai e por alguma razão triste não tenho que dizer. Não reconheço as palavras que sinto atropelar-me, porque não me reconheço em ti. Sou tua filha, eu sei. A natureza não nos deixa negar.
Sei que brevemente irás partir e eu não chegarei nunca a dizer o quanto gosto de ti e o quanto te admiro, perdida na absoluta incapacidade de um abraço.
Mas hoje, avô, desejo-te um feliz dia do Pai, com um abraço apertado, ainda que virtual mas que condensa todo o amor que tenho mas não consigo mostrar.
Gosto muito de ti pai!

segunda-feira, março 10, 2008

Work in progress

Faz hoje 45 dias que decidi abandonar um vicio. Tenho conseguido, ainda que com alguns momentos de ansiedade. Ainda conto os dias, as horas por isso sei que estou longe de estar curada. Mas continuarei a tentar.

sábado, março 08, 2008

Feliz dia da mãe

Logo quando achava que o dia internacional da mulher não podia ser grande espingarda, depois de ter perdido o concerto que mais ambicionava assitir, devido a escolhas inerentes á maternidade eis senão quando a mesma maternidade me faz perceber porque faço eu parte da outra costela com direito a dia festivo.
O meu príncipe perfeito, o meu filho lindo de 8 anos, vindo da festa de anos do seu avô, me oferece uma garrafa de vinho que com o seu jeitinho sonhador e atento cravou ao aniversariante para me oferecer a mim.
Não devo estar a fazer um mau trabalho, concluo de sorriso babado enquanto provo esta prova de amor.

sexta-feira, março 07, 2008

Rostos no Trânsito

É à luz do final do dia que se começa a despir, por entre corropios do trâsito ou na calmaria das últimas gotas de sol a cair sobre a mesa e a perderem-se no liquido cru do copo, que me assalta essa nostálgia, esse desassossego de alma, que assume por vezes um nome e me acompanha. É no último dia da semana de trabalho que se descansa, onde surge essa vontade louca, irresponsável, insensata, adolescente de mandar para trás das costas as minhas razões e as dos outros, e correr em direcção ao desejo, ao impulso animal que me condena.
Há um momento em que páro e leio o mundo e percebo que ele nem sempre é assim tão linear.
Regresso a casa para o mundo como ele pode ser.

«Às vezes, como náufragos, precisamos de nos agarrar a uma reminiscência banal, para evitarmos que tudo se dissolva na falsa enunciação da memória, na sua trágica encenação de efeitos sem correspondência com a realidade».

António Mega Ferreira, Amor, Lisboa, 2002.

quinta-feira, março 06, 2008

O amor é um burro teimoso!

quarta-feira, março 05, 2008

Sopros

E então sopro-te ao ouvido “está tudo bem”.
Aperto-te com força e abraço-te inteira, e por segundos tu acreditas.

E todos os momentos em que me entrego ao vicio, lanço no ar recados poetas que me exprimem, que me libertam. E aos poucos vou ficando mais leve, ou mais habituada, talvez. A ausência como qualquer outra circunstância na nossa vida vai-se tornando familiar, vai-se repetindo dia após dia, até se tornar a velha pantufa que parece fazer parte de nós, que nos desconstrói e conforta. Conforta porque sabemos que passou, que ficam apenas memórias simpáticas, lições, sermões e muitas gargalhadas.
Na ausência aprende-se muito. Acima de tudo a nosso respeito. Chocada e tantas vezes, boas, surprendida descubro em mim um outro que me agrada, me desperta e me completa na consciência de mim.

O tempo que vai passando, seguindo em frente é o mesmo que se vai descontando do final. E isso é algo que não me posso permitir esquecer.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Certezas sobre mim...

Um indivíduo que se quer coerente e equilibrado deve ter meia dúzia de certezas na vida e algumas manias muito próprias. Pensando, em conjunto com uns amigos sobre quais seriam aquelas que me identificam, chegamos às seguintes conclusões temporárias:

Escrevo como sinto, raramento edito e nunca releio nada que se destine a enviar/entregar alguém (exames, p.ex)
Ainda que saiba o nome correcto digo sempre “tosta mística” e raramente “tosta mista”
Tenho a mania de alterar ditados e provérbios, p.ex: “Chapa feita, chapa gasta” ou “presunção e água benta cada um toma a que pode”
Gosto de vespas coloridas
Não me sento nunca de costas para as portas;
Gosto de andar pela rua a cantar
Gosto de andar à chuva;
Tenho o hábito de colocar alcunhas a todos os amigos e colegas;
De inverno ...uso o cachecol até à hora de ir dormir;
Não Tenho cócegas
Adoro ténis All Star coloridos
Gosto tanto de comer caracóis como em miúda gostava de os colecionar;
Gosto de comer os caroços das cerejas;
Nunca termino completamente uma refeição...deixo sempre uma amostra no prato;
Gosto de Apanhar pirilampos
Adoro apanhar trevos de 4 folhas;
O meu gelado favorito é o Epá;
Adoro Chupa-Chups

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Já não há palavras, já não há amores perfeitos secos em páginas de livros por ler. Gastaste os trevos de 4 folhas, e eu gastei-te a ti…

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

O amor num calendário

A propósito do Valentim tenho pensado muito no amor. O amor está na moda, definitivamente. Todos querem amar e ser retribuidos na medida que sonharam, ou então contentarem-se, em tempo de saldos, com a medida do possível.
Á laia de "As good as it gets", tive recentemente e por mais do que uma vez, ocasião de debater com alguns dos protagonistas das falhadas histórias de amor que vivi, umas longas e vividas em extremos outras que não passaram de simples enfatuations, as razões do fracasso de tais projectos. De onde menos esperava ouvi a melhor resposta, ou pelo menos aquela que me coube na carapuça, entre o espanto das suas palavras e o incrédulo do meu coração que ali a um canto ainda está a digerir.
Perguntei-lhe se alguma vez me amara.Riu-se alto e chamou-me tonta. Claro que sim. Primeiro apaixonara-se sem razão nenhuma, para além do facto de eu lhe assentar bem. Não eram preciso justificações para se estar bem. Estavamos ali, eramos jovens e fazia sentido. Bastava.
Meia envergonhada perguntei-lhe porque se afastára. Olhou-me com cara de poucos amigos e acusou-me de ser esquecida. Eu é que o mandára embora.Não uma, não duas, nem sequer três vezes. A partir de algum tempo cansara-se de me tentar mostrar que me queria. Eu não queria ver.
Ainda que as palavras dele me tivessem adulado o ego, anos depois de tantas outras palavras terem ficado por estas páginas penduradas á espera que ele as visse, a verdade é que fizeram mossa.
Pouco convencida procurei outra outra vítima do meu afecto, para fazer as mesmas perguntas. Nem precisei de muitas perguntas dissimuladas para que me atirasse á cara um chorrilho de ideias fundamentadas por quem passou muito tempo a pensar no assunto. Acusou-me de não querer ser feliz e boicotar constantemente qualque tentativa de me deixar amar. Que não sei confiar, que não acredito, que nada para mim é sagrado e essa é a verdadeira causa do meu desamor.Mas deu-me os parabéns, por tantos homens bons que tentaram.

Numa altura em que a vida me dá a maior lição que se pode receber, questiono o meu passado e estas outras relações de forma quase obsessiva para confirmar uma teoria que há muito se vinha elaborando nos intervalos da dor. É doloroso perceber que em verdade eu fui e sou até, uma mulher muito amada. Talvez nem sempre da melhor maneira ou pelos melhores motivos, mas, de facto bastante querida por homens, que hoje me parecem realmente Principes Encantados.
Afinal,não sou apenas uma miúda com olhos "inclinados á remela", que sempre se apaixonou por homens inacessíveis ou de fracas convicções. Os homens eram bons, o amor é que tinha defeito, mas vinha de origem.
Aqui sentada enquanto escrevo um pouco mais de mim, nestas memórias virtuais que servirão brevemente de testemunho para os meus filhos, confesso:
- Eu não sei amar, pelo simples facto de que não sei, não consigo sentir-me amada. Mesmo em momentos em que o bem- estar era supremo, em que a plenitude me inundava, encontrei sempre um motivo para não acreditar na longevidade do afecto. Curiosamente retrospectivando, percebi que a todos os homens que amei acabei por lhes dar guia de marcha. Todos excepto o primeiro, aos meus treze anos. Creio, se as minhas básicas capacidades de psicalistas me permitem,a presunção, que o fiz pela antecipação da perda. Nunca os amei menos por os ter deixado. Antes pelo contrário. Insisti com cada um deles o tempo que me foi possível e a todos amei com a maior convicção do momento. Para todos quis ser a primeira e a última.
Estranhamente senti a dor da ausência, do frio cortante da saudade que embarga a voz e rebenta na alma. De todos fiz um luto longo e contagiante.

A triste verdade é que o amor não me convence. Não chega cá ao fundo. Acredito nele enquanto os olhos se enchem de cor e da ilusão da sedução, ou os ouvidos se derretem com palavras bonitas mais distantes da prática do que a terra do sol. Mas quando os olhos já se habituaram ao excesso de luzes e o silêncio se impõe, o amor choca com a barreira e vai, a cada investida perdendo as forças.
Nessa altura eu, convencida que o que se avizinha pode ser cruel, apanho os cacos, limpo-os e devolvo o amor á proveniência para que o ofereça a outra.
Vou para casa remendar o muro que aos poucos vai parecendo um mural retalhado de rostos e memórias de um amor que nunca chegou a ser.

Por isso Valentim não insistas por favor, que do meu lado ainda se empacota, por entre cartas perfumadas, e imagens coloridas, os restos do último amor.


"Para quem se vai embora é sempre mais fácil. Pelo menos, muda de ares. Quem fica tem de respirar os restos de epiderme polvilhados sobre os móveis da casa."

José Luís Peixoto

sábado, janeiro 12, 2008

Descobertas

O orgulho é o amigo imbecil e o amante cobarde.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

é isso ai...

Alguns de vós poderão achar que esta miuda não sabe o que quer...tanto parte, como regressa...não dá para contar com ela. Outros rirão e reclamaram "eu bem te avisei que não conseguirias deixar o blog."
A verdade, pura e dura é que neste rascunho de personalidade virtual, está muito daquilo que sou, do que vivi, das ilusões, das desilusões, dos acordares difíceis e sem energia, dos olhos rasos de tempo, das mãos cheias de vida, dos abraços cegos e justos...
Amo com a desfaçatez com que rio e choro, tantas vezes por ai...Juro sempre que será a ultima vez...ainda bem que não consigo cumprir...
Assim, vou gastando vida por aqui e aprendendo...
Aceitam-se lições...

Sonoridades emocionais...

Sempre gostei de Waterboys e "The whole of the moon" sempre me transmitiu uma vibração única que me levava a rodopiar sobre mim, entre risos solitários e olhares trancados numa sensação só minha.
Lembro de dançar essa música em tantos momentos únicos e marcantes, onde talvez o nº1 do top pertença a uma noite quente de verão na pista do Seagull, em que toda eu, por fora e por dentro me senti a rainha da noite, braço dado com um poeta desbocado que arrancava as estrelas em forma de palavra para as depositar ao colo do meu ouvido.
Quis a tão curiosa e corriqueira ironia do destino que essa letra fosse pintada de outras cores e mais estrelas que anos depois me foram sussorradas a título de confidência e gargalhada privada.
Ontem, na pista onde me possuo e liberto, onde me acabo e começo em mim, só para mim, onde me dou em tudo o que de mais perfeito possuo, essa música encetou um desafio comigo.
Paralisou-me as pernas, assaltou-me a memória e feriu-me de saudade.
Tomada de surpresa, demorei a reagir, num diálogo intenso, cruel e brutal comigo mesma, mas ganho numa batalha justa.
A alma lutou com o coração e ganhou. Não deixarei que a lembrança de um ser muito especial se transforme em fusil e me atinja ao soar de cada nota desta toada.
O buraco da lua dele, não será cova da minha dança.
Fechei os olhos, sorvi a dor, convidei o orgulho e de sorriso rasgado dancei, rodopiei , saltei e devolvi o olhar com esperança e tranquilidade, a cada rosto que se cruzou.
I saw the whole of the moon, e dancei na sua luz.E um novo motivo para dançar essa musica cheia de forças nasceu: EU

sexta-feira, setembro 14, 2007

Tira-linhas

Ando enrolada nas entrelinhas á procura de quem desate o novelo....