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segunda-feira, julho 28, 2008


CARTA (ESBOÇO)
"Lembro-me agora que tenho de marcar um
encontro contigo, num sítio em que ambos

nos possamos falar, de facto,sem que nenhuma

das ocorrências da vida venha

interferir no que temos para nos dizer.

Muitas
vezes me lembrei de que esse sítio podia

ser, até,um lugar sem nada de especial,como um canto de café, em frente de um espelho

que poderia servir de pretexto

para reflectir a alma, a impressão da tarde,o último estertor do dia antes de nos despedirmos,quando é preciso encontrar uma fórmula que

disfarce o que,afinal, não conseguimos dizer.Éque o amor nem sempre é uma palavra de uso,aquela que permite a passagem á comunicação

mais exacta de dois seres, a não ser que nos fale,de súbito, o sentido da despedida,e que cada um de nós

leve, consigo, o outro, deixando atras de si o próprio

ser,como se uma troca de almas fosse possível

neste mundo.

Então, é natural que voltes atras e

me peças:"Vem comigo!", e devo dizer-te que muitas

vezes pensei em fazer isso mesmo, mas era tarde,isto é, a porta tinha-se fechado até outro

dia,que é aquele que acaba por nunca chegar, e então

as palavras caiem no vazio, como se nunca tivessem

sido pensadas.No entanto, ao escrever-te para marcar

um encontro contigo, sei que é irremediável o que temos

para dizer um ao outro: a confissão mais exacta, que

é também a mais absurda, de um sentimento; e,por

trás disso, de que o mundo há-de ser outro no dia

seguinte, como se o amor, de facto, pudesse mudar as cores

do céu,do mar,da terra,e do próprio dia em que nos vamos

encontrar, que há-de ser um dia azul,de verão, em que

o vento poderá soprar do norte, como se fosse daí

que viessem, nesta altura, as coisas mais precisas,que são as nossas: o verde das folhas e o amarelo

das pétalas, o vermelho do sol e o branco dos muros."


Nuno Júdice

segunda-feira, abril 21, 2008

A idade do suspiro...

A propósito do lançamento do novo CD da Mafalda Veiga, esta noite na FNAC, não pode deixar de pensar no lançamento do CD anterior e da forma como a vida, de forma por vezes quase dolorosa, nos ensina o que é melhor para nós, mesmo que à primeira vista nos pareça uma profunda estupidez.
Por graça ao longo dos anos, os amigos habituaram-se a ouvir-me dizer que “casaria” com o primeiro homem que gostasse de Mafalda Veiga. Como se de alguma forma essa partilha de gostos podesse ser extrapolada numa garantia de felicidade certeira.
Praticamente um ano depois, e muita água passada debaixo destas pontes que se foram construindo percebo o quanto é fácil querer cosntruir alicerces de betão armado feitos de açucar amarelo. Não dá. A paixão tolda raciocínios e embrulha os medos, disfarça as diferenças, mascára os defeitos que não queremos ver, mas quase nunca nos mostra a massa de que as pessoas são feitas.Poder-se-ia gostar de Mafalda Veiga, por uma tarde como ramo de flores entregue á saída do escritório a jeito de querer confessado, mas nunca se seria fã da mesma Mafalda, pelos mesmos motivos, até porque ai não haveria nada a aportar.

Ao mesmo tempo que se discute o amor e se vive a paixão consubstancio esta minha ideia de que o mesmo não é compatível com desculpas esfarrapadas de ausência de tempo, dinheiro ou simples disponibilidade mental O amor, genuino no sentido, não se compraz com pedidos de ausência para arrumar ideias, a casa ou do Impresso do IRS que está a atrasado. Na paixão não se podem mendigar afectos, carinhos, atenções, nem aceitar que nos neguem o direito de os dar, porque é isso que nos apazigua o pequeno coração. Nada é suficientemente rídiculo, patético, impossível, imaturo quando se esta apaixonado. Dizemos as coisas mais adolescentes a propósito de um sorriso que nos faz feliz e mais bonitas.Ainda que agora as circunstâncias da nossa vida não tenham uma dose de imprevisisbilidade tão grande, e por muito que convictamente acreditemos que já não há nada de novo a descobrir, reside na essência da paixão essa capacidade de nos surpreendermos, de nos deixarmos levar, de repetir comportamentos que pensavamos ter deixado para trás.
Antes namoravamos ás escondidas dos pais ...agora namoramos ás escondidas dos filhos e somos capazes de afectos desnorteados que envergonhariam qualquer um deles...e somos felizes.

A propósito da simplicidade e da forma como o amor nos reorganiza a agenda e os hábitos aqui fica um texto do Alvim, que ás vezes até me consegue fazer rir.



Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?

Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."

Fernando Alvim

terça-feira, abril 15, 2008

Todo o desejo é miope...ás vezes mesmo cego

Noivado


"Estendeu os braços carinhosamente e avançou, de mãos abertas e cheias de ternura.

-És tu Ernesto, meu amor?

Não era.

Era o Bernardo.

Isso não os impediu de terem muitos meninos e não serem felizes.É o que faz a miopia."

Mário Henrique-Leiria

A luz que o meu querer reflecte é a forma das minhas palavras quando nuas...

"#Ela sabe que não se consegue precisar o momento, a hora, o dia em que uma pessoa fica apaixonada.
Sempre um pouco antes, sempre um pouco depois.
Ela sabe que não se pode revelar definifivamente como, e porquê, uma pessoa ficou apaixonada por esta pessoa, precisamente esta, e não por outra muito parecida com ela. Qualquer razão perde a razão.
O que uma pessoa pode sentir é se está ou não apaixonada.
Que houve um estreito abismo, sem saber quando nem como, sobre o qual sabe que saltou. Sem poder avaliar as consequências. Como uma doença. Não é só isso.
Uma pessoa quando está apaixonada não está continuamente apaixonada, muito menos com a mesma intensidade. Varia muito. Acontece uma pessoa duvidar se está ou não apaixonada. Ficar totalmente baralhada.
É mais fácil uma pessoa sentir a paixão por outra pessoa quando ela não está presente.
Isso parece-lhe um facto. A sua ausência aumenta o poder da sua presença.
A paixão é mais sua, mais inteira, há menos interferências.

Com ela é assim. Sente um vazio que só o outro, único no mundo todo, vai poder preencher, sarar, cuidar. Uma espécie de saudade imperiosa. Uma questão de vida ou de morte."


in Rosa Vermelha em Quarto Escuro, Pedro Paixão

terça-feira, abril 08, 2008

Saudades há muitas seu palerma...

"O coração português vive mal. Toda a gente faz falta... A saudade é geral. É um fenómeno de massas. Toda a gente faz falta a toda a gente. Olhe à sua volta . Há uma probalidade 90 por cento de estar com a pessoa errada. É um genocídio sentimental. Assistimos impassivos, de mala na mão e caneta na boca, ao massacre. Só que não podemos protestar.
Aprendemos desde pequenos que saudades são coisas boas. Vem nos livros. Conhecemos os poemas de cor. Se a alma dói, dizem-nos que é sinal que se tem qualquer coisa no peito com que doer. Se nos lembramos sem nos querermos lembrar de uma mão que não podemos agarrar, a deixar cair um cigarro, dum cais, dum riso, dizem-nos que isso é bom, que é uma prova de amor. É como dizer que deitar sangue da cabeça quando se bate com a cabeça no chão é bom, porque é sinal que se está vivo.
A ausência, estão sempre a ensinar-nos, é quase melhor do que a presença. A saudade embeleza os sentimentos. A memória melhora. As lágrimas lavam a vista. A saudade dói, mas é doce. É o que nos dizem. Balelas!
Podemos protestar, sim senhor! A saudade não é maravilha nenhuma: é apenas sinal de que há alguma coisa que não está bem. Há alguém que não está onde devia estar. O país é errado. A pessoa com quem jantamos é um engano. Saímos à rua e somos rodeados por sobrinhos de outras pessoas. Apanhamos um autocarro cheio de raparigas e nenhuma delas é seguramente a rapariga em que estamos a pensar.

Chove. Anda tudo trocado. Onde estão os meus amigos? E os seus? Passamos a vida a apanhar aviões mentais uns para os outros. Caímos no oceano. Morremos de saudades. Isto não pode estar certo. Se estiver certo, nós não estamos bons da cabeça.
Os Portugueses gerem a saudade como um tesouro. Fazem-na render. Gostarão de sofrer? Claro que gostam. Se estão a penar por saudade de alguém vão buscar fotografias, reler cartas, ouvir discos antigos. Passa-lhes pela cabeça ir ter com essa pessoa? Não. Matar uma saudade é quase um crime. A saudade é uma extravagância. É amor que se gasta sem proveito. "

As Minhas Aventuras da República Portuguesa, Miguel Esteves Cardoso

domingo, janeiro 13, 2008

Matar o vício...

Os amores com defeito guardam-se durante muito tempo. Escondem-se na poeira das páginas dos livros emprestados, numa esperança secreta que um dia se possam compor.
Ainda que muito escangalhado o amor incompleto, que não se viveu até á exaustão fica pendurado atrás das portas e não se esquece. Não o podemos mandar dar uma volta ao bilhar grande. Ele regressa de cara cheia.
Ele é que se liberta de nós.
Primeiro parte o sabor. Vai-se embora o doce, num carreiro de formigas que vai do coração á barriga embrulhada de nós. O amargo ainda fica num longo final de boca.
Sorrateiramente o tacto sacode-nos e parte-se em cacos no vazio.
Depois, foge-lhe o cheiro e nem as gotas guardadas numa velha camisa nos valem.
Os nossos olhos zangam-se com a ausência e a memória teima em brincar ás escondidas. Como miúda de feitio ranhoso, esconde-se, e faz-nos aflitos a procurá-la por todos os cantos e debaixo dos colchões.
Desistimos de lembrar. Acalmamos e até ficamos contentes, mas como a ausência sustêm em nós as palavras ditas e reditas na nossa cabeça caímos de quatro ao ouvir a musica que nos deixa o amor em repeat.
Até que ele se canse. Se canse da nossa figura patética suspensa por um fio de esperança. E um dia parte e só deixa um recado:
Fui matar o vício, volto já.

domingo, dezembro 30, 2007

Caderno de filosofia 11º ano

"É terrível o destino das cartas. Mandámo-las assim, soltas de nós, como se fossem asas vivas e jamais as vemos regressar: perdemo-las para sempre. O acto de escrever representa o desepero, a impotência atroz de não podermos acompanhar a ponte que as palavras tecem."

Autor desconhecido, caderno de filosofia 11º ano

Não lembro a circunstância em que li estas palavras, tãopouco a razão pela qual as registei na capa de um caderno, contudo, hoje, talvez como então continuam a fazer sentido para mim. Soltar palavras pelo mundo em forma de carta ou de simples post-its amarelos que forram estórias passadas como as folhas de um outono brilhante, rosado e ainda quente, é um exercício de vida que nada tem de artístico ou memorável. É apenas um libertar de excessos de uma mente que corre, corre, na esperança de alcançar o derradeiro descanso.
As palavras que dei, foram muitas vezes as linhas onde me cosi, o cabo guia que me trás de volta. E, por vezes, quando anos depois voltam ás minhas mãos enrugadas, rasgatas, esbatidas pelo passar do tempo, trazem com elas outras palavras, novas memórias, sentimentos diferentes que me permitem reconhecer.

Enquanto se vai enterrando o ano que finda, e cada pá de terra se contabiliza os sucessos, as derrotas, as conquistas, as pessoas que entraram, os rostos que partiram, vem-me á boca o sabor bom de ter vivido, de ter sobrevivido, de ter crescido em mim.
Para o novo ano ambiciono reencontrar palavras e mãos que as escrevam e que me façam ao final de outro ano, saborear uma fatia mais deste bolo de gosto duvidoso que é a minha vida.

terça-feira, outubro 16, 2007

Mas ao menos sei...

O que é:

  • Bicondilomeniscotrocliartrose ( dá muito jeito para aquele jogo do "Telegrama")
  • Parastesias (apesar de incómodas fazem rir!)
  • Dolicocéfalo ( só existe em versão Iscspiana)
  • Fenaquistiscópio (Obrigada João Cruz pelos 18)
  • Isopor ( nem dá para chegar perto)

sexta-feira, setembro 14, 2007

Crescemos pela vida a aprender a censurar os desistentes, aqueles que não alcançam, os que são os falhados aos olhos de tantos e nunca paramos para pensar que desistir é, não raras vezes a opção, não a única, mas a mais sensata, a mais prática, a melhor em prol de todos. A melhor.
Nos dias que correm, onde os minutos de ontem são feitos de uma velocidade de banda larga menores que os de amanhã, onde campanhas de informação nos mostram que não podemos ficar para trás, em que as doenças fatídicas ao cruzar da esquina são cada vez mais o prato do dia, em que aquilo que se come tem que ser feito rápido, em que os abraços aos amigos são num piscar de olhos, em que os cuidados com uma flor comprada á pressa são o único absorver da primavera...por toda esta tirania de minutos que se têm que viver ao máximo, porque não aceitar que por muita vontade, por muito que se queira o melhor, quando algo não funciona é devolver á proveniência ou guardar e seguir noutro caminho.

domingo, agosto 26, 2007

1 metro e sessenta

É um metro e cinquenta e oito descalça, um metro e sessenta calçada...
158 cm de confusão, dividos em cm de uma alegria pateta e uma tristeza fast food...
158 cm de vontade de dar,fome de receber
158 cm de ideias feitas com vontade de desmontar
158 cm de sorrisos de diversas cores
158cm de musicas para cantarolar
158cm de dores de cabeça
158 cm de palavras complicadas para aprender...
158 cm de pele para percorrer
158 cm de ternura
158 cm de abraços .

quinta-feira, agosto 23, 2007

Pouco tesão

Descompensada,
entregue á bicharada,
rota e entrecortada pelo silêncio,
mordida,
ferida,
agarrada,.
Presa por comer
presa por não ter...
Em distúrbio
em passo rápido pela rua
atrasada para lugar nenhum.

Viva,
Atordoadamente atenta,
absorvente.
Sorridente
dessidente
de uma guerra qualquer...

De partida
á chegada da estação.
Sem malas,
sem muletas
sem tesão...

Chuva
água em turbilhão
o sossego
a multidão,
o calor
a razão cantante
o sorriso exposto...

A mentira da força
a real negação
um mundo correcto
sem grande emoção,
sem raiva
sem dor
resta a mão e o coração
e pouco tesão...

quinta-feira, agosto 09, 2007

Exageros

Lá dizem os velhos que quando Deus fecha uma porta abre de seguida uma janela. Como é dado à mania das grandezas de vez em quando abre, não uma, mas várias janelas. Depois é ver-nos a sobreviver a brutais correntes de ar e não tão pouco frequentemente a algumas constipações.
Amigo...vai lá abrindo essas janelas uma a uma, para que possamos saborear a vista e absorver a vitamina ao olho.

terça-feira, julho 31, 2007

o ano - 1989

Entre as reaparições nocturnas do "Dear Jonh", os constantes assaltos do Jonh Waite, e um calor brutal que nos domina vivo por momentos o verão de 1989. Nem tudo é mau...o penteado melhorou, o acne foi ás urtigas e o vestir secção de criança é após a maternidade, uma vantagem competitiva...